Alerta a Nação brasileira.


Segue último alerta para o nosso país, você deve votar consciente. quero apenas leva-lo a refletir e colocar na balança e entender que nós (eu e você) podemos mudar o quadro de nossa nação.

     O comunismo tem por base, dialeticamente, a destruição do cristianismo Como dizia o facínora Lenin, ” Deus é o maior inimigo do Estado comunista.” QUE DEUS NOS AJUDE A ENTENDER QUE, O COMUNISMO É A DESTRUIÇÃO DO NOSSO ESTADO DEMOCRÁTICO!


Batalhando Pela Fé






"Amados, quando empregava toda diligência, em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" (Jd 3).
Originalmente, Judas pretendia compartilhar com seus companheiros crentes as questões da fé comuns a todos eles. Mas, o Espírito Santo o redirecionou a um assunto de maior urgência. Questões da fé "uma vez por todas... entregue aos santos" estavam sendo tanto sutilmente solapadas como profundamente pervertidas. Hoje em dia acontece o mesmo que naquele tempo. Todos os santos (isto é, cristãos – Ef 1.1; Cl 1.2, etc.) devem batalhar diligentemente pelos ensinos da fé "dados por inspiração de Deus" (comp. 2 Tm 3.16).

O que é batalhar diligentemente?

Batalhar diligentemente por algo não é uma atividade de menor importância. A passagem paralela normal desse versículo é 1 Timóteo 6.12: "Combate o bom combate da fé..." Em ambos os casos, o sentido é de trabalhar fervorosamente, ou esforçar-se, como um atleta que irá participar de um evento esportivo. A analogia do esporte oferece uma ilustração muito clara: bons atletas têm que treinar com vigor para atender às exigências do seu esporte. Da mesma forma, um cristão dedicado deve condicionar-se espiritualmente para atender à exortação de Paulo: "Exercita-te pessoalmente na piedade" (1 Tm 4.7). Paulo usou freqüentemente a correlação entre os esforços dos atletas e o andar dos cristãos para mostrar que a vida de um crente renascido não tem por objetivo a passividade. Ela requer treinamento espiritual, que inclui muitas das qualidades demonstradas por um atleta superior: diligência, dedicação, auto-disciplina, disposição de aprender, etc. Entretanto, do mesmo modo como no cenário esportivo dos nossos dias, muitos de nós se dedicam a ser espectadores – não necessariamente "inativos", mas definitivamente não jogadores.
Bons atletas têm que treinar com vigor para atender às exigências do seu esporte. Da mesma forma, um cristão dedicado deve condicionar-se espiritualmente para atender à exortação de Paulo: "Exercita-te pessoalmente na piedade".
Muito freqüentemente a reação à exortação de Judas é dizer que é melhor "deixar o batalhar pela fé para os especialistas", isto é, para os estudiosos, os teólogos, os apologistas ou autoridades em seitas. Há no mínimo dois problemas com tal idéia. Em primeiro lugar, as palavras de Judas não foram escritas a especialistas em teologia, mas "aos chamados, amados em Deus Pai, e guardados em Jesus Cristo" – ou seja, atodos os Seus "santos" (Jd 1,3). Em segundo lugar, um dos principais aspectos da batalha pela fé está relacionada com o desenvolvimento espiritual de todo santo. Em outras palavras, batalhar pela fé não é somente para especialistas em seitas, nem envolve necessariamente argumentar ou confrontar os outros. Batalhar pela fé deveria ser o padrão de vida espiritual de todo crente (comp. 1 Pe 3.15).

O desejo de estudar diligentemente a Palavra de Deus

Batalhar diligentemente pela fé requer o desejo de estudar diligentemente a Palavra de Deus. Jesus estabeleceu um programa de crescimento para todos que se entregaram a Ele: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (Jo 8.31). Em 2 Timóteo 2.15, Paulo acentua o exercício prático, diário, de todo crente:"Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." O coração do cristianismo é um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. Estudar e aplicar as Escrituras é a forma principal de desenvolver nosso relacionamento pessoal com Ele; trata-se de conhecê-lO através da revelação dEle mesmo.

A necessidade de conhecimento

Se buscares a sabedoria como a prata, e como a tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus.
Batalhar diligentemente pela fé exigeconhecimento. Não precisamos nos tornar especialistas antes de compartilhar a "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos", mas devemos ser diligentes em nossa busca do conhecimento do Senhor. Se bem que se tente fazê-lo muitas vezes, é completamente insensato tentar batalhar por algo sobre o que não se está informado. Salomão escreveu: "Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento, e se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a tua voz, se buscares a sabedoria como a prata, e como a tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria, da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos, e escudo para os que caminham na sinceridade, guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos" (Pv 2.1-8).

A prática diligente do discernimento

Batalhar pela fé requer a prática diligente do discernimento. Em Hebreus 5.13-14 está dito: "Ora, todo aquele que se alimenta de leite, é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal." O "leite" e o "alimento sólido" desses versículos são metáforas que se referem ao crescimento espiritual; limitar-nos a uma dieta e a atitudes de crianças espirituais inibe nosso desenvolvimento espiritual. Entretanto, os que exercitam suas faculdades pelo estudo da Palavra de Deus crescerão em discernimento, não continuando "meninos, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro" (Ef 4.14).

A disposição de aceitar correção

Batalhar diligentemente pela fé exige que tenhamos a disposição de aceitar correção.Corrigir, entretanto, não é um procedimento "psicologicamente correto" em nossos dias, tanto no mundo quanto na Igreja. A correção é considerada uma ameaça à auto-imagem positiva por muitos que promovem a teologia humanista da auto-estima. É incrível como tal mentalidade mundana influenciou fortemente aqueles que deveriam ser separados do mundo e cujos pensamentos deveriam refletir a mente de Cristo. Mesmo uma pesquisa superficial da Bíblia revela exemplos e mais exemplos de correção, que atualmente seriam vistos como potencialmente destrutivos do bem-estar psicológico das pessoas! Será que a "auto-estima" de Pedro foi psicologicamente danificada e tanto sua auto-imagem como a imagem do seu ministério foram irreparavelmente prejudicadas pela correção pública de Paulo? Foi o ministério de Pedro considerado acabado pela maioria da igreja primitiva porque Paulo não foi suficientemente sensível (ou, bíblico – deixando supostamente de considerar Mateus 18) para ter um encontro particular com Pedro? Não é essa a maneira como muitos na Igreja vêem as coisas atualmente? E o que dizer do trauma sentido pelo ego dos publicamente corrigidos: Barnabé (Gl 2.13), Alexandre (2 Tm 4.14-15), Figelo e Hermógenes (2 Tm 1.15), Himeneu e Fileto (2 Tm 2.17-18), Demas (2 Tm 4.10), Diótrefes (3 Jo 9-10) e outros?
A admoestação "Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé" não pede uma avaliação pública; ela requer que analisemos a nós mesmos e então façamos o que for necessário para colocar as coisas em ordem diante do Senhor.
A correção é essencial para a vida de todo cristão. Em sua segunda carta a Timóteo, Paulo orientou seu jovem discípulo a respeito do valor das Escrituras para a correção (como também para arepreensão!), "a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2 Tm 3.16-17). A correção tem que começar em casa, isto é, deve haver a disposição não somente de sermos corrigidos por outros, mas também o desejo de corrigirmos a nós mesmos. A admoestação "Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé" (2 Co 13.5) não pede uma avaliação pública; ela requer que analisemos a nós mesmos e então façamos o que for necessário para colocar as coisas em ordem diante do Senhor. Sem a disposição de considerar a possibilidade de uma "trave" em nosso próprio olho, a hipocrisia dominará em qualquer correção a outra pessoa.

Obediência às normas

Batalhar diligentemente pela fé requer obediência às normas. Enquanto alguns evitam praticar a correção segundo as Escrituras, outros a usam como um grande porrete, dando com ele em qualquer um que parecer não concordar com seus pontos de vista. As Escrituras nos dizem que (no contexto dos galardões celestiais) aqueles que competem por um prêmio serão desqualificados a não ser que sua conduta siga as normas do evento (2 Tm 2.5). Isso também deveria ser aplicado ao modo como batalhamos pela fé, especialmente no que se refere à correção mútua. A primeira e mais importante norma é o amor. Correção bíblica é um ato de amor, ponto final. Se alguém não tem em mente o interesse maior de uma pessoa, o amor não está envolvido. Se o amor não é o fator motivador da correção, o modo de agir não é bíblico.
A maneira como nos corrigimos mutuamente é uma parte importante das "normas" da batalha pela fé: "Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e, sim, deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente; disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade" (2 Tm 2.24-25). Entretanto, uma repreensão severa também pode ser bíblica; nas Escrituras há abundância de tais reprovações e repreensões quando a situação as exigia. Mas elas nada têm em comum com correção acompanhada de sarcasmo, humilhação, ataques ao caráter pessoal ou qualquer outra coisa que exalte quem corrige ao invés de ministrar àquele que está sendo corrigido. É irônico que o humor dominante (TV, quadrinhos, etc.) dessa geração profundamente consciente da "auto-estima", ego-sensível, seja o sarcasmo, especialmente a humilhação. Fazer alguém se sentir inferior tornou-se a maneira preferida de elevar a própria auto-estima.
Um teste simples de correção bíblica é o nível de presunção por parte de quem a pratica. Se houver qualquer indício dela – ele falhará. Outro teste rápido é o termômetro das "maneiras desagradáveis". Se aquele que corrige trata os outros com maneiras que ele mesmo não aceitaria – ele é parte do problema, não a solução bíblica.

Conhecer pelo que se batalha

Batalhar diligentemente pela fé envolve conhecer pelo que se batalha. Aquilo que envolve a subversão do Evangelho, especialmente das doutrinas principais relacionadas com a salvação, exige nossa séria preocupação e atenção. O livro de Gálatas é um bom exemplo. Os judaizantes estavam coagindo os crentes a aceitar um falso evangelho, isto é, adicionando certas obras da lei como necessárias para a salvação. Paulo os repreendeu duramente, como também instruiu Tito a fazê-lo (Tt 1.10-11,13). No mesmo espírito, argumentamos com os que promovem ou aceitam um falso evangelho para a salvação (mórmons, adeptos da Ciência Cristã, Testemunhas de Jeová e católicos romanos, entre outros).
Enquanto certas questões podem parecer não estar relacionadas com o Evangelho, elas podem subverter indiretamente a Palavra de Deus, afastando os crentes da verdade e inibindo dessa forma a graça necessária para uma vida agradável ao Senhor. A psicoterapia, por exemplo, é um dos veículos mais populares para levar os cristãos a buscar as soluções ímpias dos homens (e, portanto, destituídas da graça).

Saber quando evitar confrontos

Batalhar pela fé também requer que saibamos quando evitar confrontos.
Batalhar pela fé também requer quesaibamos quando evitar confrontos. O capítulo 14 de Romanos trata de assuntos em que a argumentação se transforma em contenda. Paulo fala de situações em que crentes imaturos criavam polêmicas em torno de coisas que não tinham importância. Alguns estavam provocando divisões por discutirem quais alimentos podiam ser comidos ou não, ou quais dias deviam ser guardados ou não. Natesses casos, o conselho da Escritura é: há certas coisas que não devemos julgar, pois se trata de questões sem importância, que não negam a fé, e são assuntos a serem decididos pela própria consciência (v. 5). Somente o Senhor pode julgar o coração e a mente de alguém no que se refere a tais assuntos.
Quando Jesus discutiu os sinais dos últimos tempos com Seus discípulos no Monte das Oliveiras (Mt 24), o primeiro sinal que Ele citou foi o engano religioso. Sua extensão atual não tem precedentes na História. Somente esse fato deveria tornar nosso interesse em batalhar diligentemente pela fé uma das maiores preocupações. Isso também significa que há tantos desvios da fé (1 Tm 4.1) a serem considerados, que poderá ser necessário estabelecer prioridades pelo que e quando vamos batalhar. No que se refere ao nosso próprio andar com o Senhor, devemos examinar qualquer coisa em desacordo com as Escrituras, fazendo as necessárias correções. Entretanto, quando se trata de ensinos e práticas biblicamente questionáveis, sendo aceitas e promovidas por outros, o discernimento pode também incluir a necessidade de decidir quando e como tratar deles. Atualmente, não é incomum ser erradamente considerado (ou, de fato, merecer a reputação) como alguém que "acha erros em tudo"; de modo que a busca da sabedoria e orientação do Senhor é sempre essencial para que nosso batalhar seja recebido de forma frutífera.

Não devemos coagir ninguém

Finalmente, batalhar diligentemente pela fé não é coagir. Muito freqüentemente esquecemos que recebemos nossa vida eterna em Cristo como dádiva gratuita, uma dádiva do insondável amor de Deus que deve ser oferecida aos outros em amor. O amor é destruído pela coação. Se bem que nossa intenção pode não ser impor questões de fé aos outros, é importante verificar regularmente nossos motivos e métodos. O batalhar diligentemente pela fé deve ser realizado como uma oferta de amor. Temos que lembrar que somos meramente canais de tal amor e que, se quisermos que ocorra alguma mudança no coração, ela será realizada através da graça de Deus, a única que garante o arrependimento (2 Tm 2.25-26).
Atos 20.27-31 contém alguns pensamentos que atualmente muitos iriam considerar como desproporcionais na batalha por "todo o desígnio de Deus". Mas, trata-se das palavras de Deus, comunicadas apaixonadamente pelo apóstolo Paulo aos membros da igreja de Éfeso e a nós: "Atendei por vós e por todo o rebanho... Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiailembrando-vos de que por três anos, noite e dia,não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um."
Nestes "difíceis" tempos finais (2 Tm 3.1), ore para que todos nós, como Paulo, demonstremos apaixonada preocupação pelo bem-estar espiritual dos nossos irmãos e irmãs em Cristo e pela pureza do Evangelho essencial para a salvação das almas 
Autor: T. A. McMahon
Fonte: Chamada

Você ouve cada vez que Deus fala com você?

Você ouve cada vez que Deus fala com você?
















Texto: Salmos 81:8-14
Introdução: Neste texto Deus está implorando a Israel para parar o que estavam fazendo e ouvi-Lo. Quantas vezes você acha que Deus tem tentado falar com a gente e nós não o ouvimos? Quantas vezes Deus tinha algo específico que precisávamos ouvir, mas estávamos muito ocupados fazendo outra coisa e não prestamos atenção?
O que poderia ser mais importante do que ouvir a voz Deus quando Ele nos quer dizer alguma coisa? Nada pode ser mais urgente ou mais necessário ou mais gratificante do que ouvir o que Deus tem a dizer. Em outras palavras, "Deus quer ser ouvido!”.

I. Por que Deus quer falar conosco hoje?

1. Deus nos ama tanto quanto ele amava seu povo, Israel, da Bíblia.
2. Nós, também, precisamos da direção de Deus para nossas vidas, tanto quanto Abraão, Moisés, Josué, Jacó ou Noé.
3. Deus sabe o que é melhor para nós e que precisamos de Seu conforto e segurança, tanto quanto todos os crentes na Bíblia.
4. A coisa mais importante que Deus quer que nós conheçamos hoje é... ELE.

II. Como Deus fala a nós hoje?

1. Deus usa Sua Bíblia. A palavra impressa. Dentro das páginas de seu livro, encontramos orientação, instrução, advertências, desafios, conforto, segurança e os pensamentos de Deus.
2. Deus usa o Seu Espírito Santo e pela nossa caminhada diária, rendendo-se ao Seu poder, vamos ouvir o Espírito Santo por meio de pensamentos, impressões, impulsos e outros meios.
3. Deus usa outras pessoas. As pessoas a nossa volta, em uma conversa de passagem ou em uma conversa intencional, especialmente se essa pessoa é uma pessoa piedosa são frequentemente usadas ​​por Deus para enviar uma mensagem para nós.
4. Deus permite circunstâncias em nossas vidas para chamar nossa atenção, como fracasso, tragédia,sucesso, decepção e surpresas. Através de coisas como estas nossas mentes são frequentemente abertas à voz de Deus.  

III. Quais são os métodos que Deus usa para chamar nossa atenção?

1. Às vezes, Deus inquieta nosso espirito. Há uma inquietude, incerteza, um questionamento e não podemos concentrar a mente sobre algo no trabalho, igreja, casa, escola.
a. Quando isso acontecer, pare e pergunte a Deus o que é que ele está tentando dizer.
2. Às vezes, Deus envia alguém para falar conosco. Deus enviou Natã para falar com Davi sobre o caso pecaminoso de Davi com Bate-Seba.
a. Quando falamos com os amigos, é preciso ouvir, bem como falar e estar disposto a seguir o conselho.
b. Converse com Deus sobre o conselho dado por esse amigo, ver se é de Deus.
3. Às vezes, Deus envia bênçãos. Pode haver abundantes bênçãos incomuns em formas financeiras ou espirituais que acontecem no trabalho ou em casa. Pode parecer que Deus está apenas acumulando bênção sobre bênção. Ele está querendo que falemos com Ele sobre o porquê de todas as bênçãos.
4. Então, às vezes, Deus não responde nossas orações. Orações respondidas indicam que tudo está bem entre aquele que ora e Deus, mas às vezes Deus não responde à oração, porque Ele tem algo a nos dizer e não temos escutado; a oração sem resposta nos leva de volta a Deus para ver o que está errado.
5. Então, Deus pode permitir decepções para nos levar de volta para ele. Ele pode permitir fracasso, colapso financeiro, circunstâncias incomuns, doença, aflição, até mesmo tragédia. Tudo isso e muito mais vai levar a pessoa a ir a Deus para ver o que está errado e, em seguida, Deus pode falar conosco.
Conclusão:
1. Algumas pessoas pensam que Deus é cruel e não nos ama, quando as coisas "negativas" acontecem, mas precisamos lembrar que Deus está tentando chamar nossa atenção, uma vez que ele tem algo a nos dizer.
2. Pense de novo ao longo deste ano. Você vê alguma coisa que possa indicar que Deus vem tentando chamar sua atenção e você não tem escutado?
3. Quando as coisas parecem fora do lugar, pare o que está fazendo e vá a Deus e veja o que Ele está querendo que você saiba.
a. Entre na Sua Palavra.
b. Verifique os seus pensamentos, impulsos e impressões, o que você vê?
c. Ouça com atenção o que aqueles ao seu redor estão dizendo a você, Deus pode estar na conversa.
d. Olhe atentamente os eventos incomuns que você tenha sido testemunha. Deus está tentando falar com você?
4. Caminhe todos os dias a medida que o Espírito Santo o guie e ouça, permaneça na Palavra de Deus, fale com Deus, mas também ouça a Deus. Aprenda ouvir a voz de Deus.

Fonte: O Pregador Fiel

O valor do ensino.

escola_07052014162458
Desde o útero, sofremos interferência do meio e da família em que vivemos. Uma gestação desejada, na qual os pais e a parentela estão harmonizados para receber o novo ser com afeto e comprometimento, certamente gera filhos mais seguros e tranquilos. Um lar desajustado gera um desequilíbrio de humor na gestante, que será vivenciado pelo feto até mesmo quimicamente. Já pais ajustados, que se amam e se respeitam, irão formar filhos mais saudáveis física e emocionalmente.
Contudo, é a partir dos primeiros dias de vida do bebê que as funções educadora e formativa da família começam a se tornar mais evidentes. Desde cedo a criança começa a discernir entre o sim e o não, o certo e o errado, a conhecer e dominar regras, valores e normas, bem como a sofrer as conseqüências ao quebrá-las. E nestes primeiros meses e anos é primeiramente a família (pais, filhos e irmãos), e depois a parentela (avós, tios, primos etc) que agirão na e sobre a criança, completando seus gestos, interpretando seus movimentos, direcionando suas ações e ensinado as regras de convivência na sociedade em que vivem.
Quanto mais os anos passam, mais importantes e atuais se tornam as palavras de Salomão: “Ensina a criança no caminho que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”, Pv 22.6. O ensino não só informa, mas forma o caráter e interfere na aquisição das propriedades psicológicas humanas, como inteligência, atenção, memória e linguagem, entre outras.
Vale ressaltar que ensinar ou educar os filhos não é uma opção dos pais, mas uma obrigação, um dever da paternidade ou da maternidade. Há muitos avós e parentes que, pela impossibilidade dos pais, criam muito bem algumas crianças. Contudo, quando os pais estão presentes e ignoram os seus compromissos, ou tentam repassar para outros a responsabilidade de educar (para professores da Escola Dominical ou da escola regular, para avós, tios e empregadas), certamente serão pais que colherão desamor e vergonha.
Não podemos esquecer que todos nascemos sob o pecado, e que mesmo a criança já tem uma tendência a errar. Ela testa os limites colocados pelos pais, ignora os nãos, busca os seus interesses e procura sempre fazer o que lhe dá prazer. Assim sendo, se ela não for educada, se só fizer o que quer e não for bem direcionada, acabará gerando tristeza para seus pais (Pv 28.17; 29.15).
a) Ensinado pelo exemplo: A primeira forma de aprendizagem se dá através da imitação. O bebê, desce cedo, imita o sorriso, os movimentos, a fala e os atos dos que o cercam, antes até de poder interpretá-los. Isso significa que os primeiros sorrisos ou carinhos do bebê acontecem porque alguém sorriu para ele, e não porque ele quis ser simpático ou afetuoso. Só depois de alguns meses é que seus atos começam a ser intencionais.
Observamos o outro e aprendemos pela imitação a usar uma gravata ou um xale mais sofisticado, ou imitamos a maneira de utilizar os pauzinhos num jantar chinês ou japonês, por exemplo. Por mais importante que seja o ensino formal, a leitura dos textos bíblicos ou a educação na igreja ou na escola, é o exemplo dos pais e dos irmãos que formarão os primeiros sistemas de ações. Assim sendo, pais que não comem legumes não podem ensinar seus filhos a serem vegetarianos. Pais que não dizem obrigado ou por favor, não terão filhos educados. Ou pais agressivos, que falam alto e asperamente, não formarão filhos mansos e calmos. Já os pais que são justos, formarão filhos justos e felizes (Pv 20.7).
Se você quer que seus filhos falem a verdade, não minta, nem de “brincadeira”.  Se sua intenção é a de que eles se firmem na igreja, não vá à Casa de Deus de má vontade e não fale mal do seu pastor. Se quer ter filhos carinhosos, dê carinho, colo e afeto. Lembre-se que as duas coisas mais importantes a deixar para os filhos são exemplo e exemplo.
b) Ensinando por valores: A despeito das crianças terem espírito, e portanto nascerem com o caráter moral de Deus impresso nelas, os valores que evidenciarão e formarão o bom ou o mau caráter deverá ser ensinado pelos pais. É como se os filhos tivessem o mapa, a potencialidade, mas somos nós quem devemos dar as coordenadas – são os pais que podem dar as diretrizes para que os filhos sejam tudo o que Deus quer que sejam.
Portanto, ensine, não importa a idade ou a maturidade dos seus filhos. Ensine regras básicas de educação à mesa (como saber comer de boca fechada ou usar os talheres) e de convívio social. Ensine normas sociais como respeitar os mais velhos, obedecer a autoridades, não usurpar bens dos outros, não maldizer ou fofocar. Abra a Bíblia e ensine leis divinas básicas como não mentir, não fornicar, amar o inimigo e honrar os pais (Pv 10.1).
Fonte: Elaine Cruz do CPADNEWS 

A tentação do poder: a disputa por posições

Projeto dívino
palavra grega peirosmon usada de forma negativa conceitua a tentação como estímulo ou indução a um ato que satisfaça a carne, ainda que seja antiético, inapropriado ou contradiga as Escrituras. De acordo com o Apóstolo Tiago cada um é tentado e atraído pela sua própria concupiscência (Tg 1.14).
As tentações são comuns a todos os seres humanos. O maior e mais perigoso inimigo do homem é ele próprio. A própria carne e a natureza pecaminosa se levantam como um inimigo vicioso e enganoso.
A disputa pelo poder tem se constituído em uma das vigorosas tentações na cultura pós moderna. A expressão poder tem origem no latim potere.
Seu significado indica o direito de alguém em deliberar, decidir e mandar. A faculdade de exercer autoridade, domínio e influência sobre alguém ou sobre um povo. Este poder pode ser social, político, ideológico, econômico ou religioso.
O desejo de alcançar poder não é pecado. Pecado é a motivação e a metodologia equivocada utilizada por alguns na busca ou na manutenção do poder.
No afã de conquistar poder alguns trilham o caminho da inveja, ciúmes, calúnia, difamação e até homicídio. Estes aspiram ocupar ou manter posições e cargos a qualquer preço. Sem escrúpulos faltam com a ética e se empenham em manchar ou desacreditar a reputação do próximo.
O historiador britânico Lord Acton (1834 – 1902) ficou famoso pela frase: “O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os grandes homens são quase sempre homens maus“.
O norte-americano Abraham Lincoln (1809 – 1865), 16° presidente dos Estados Unidos afirmou: “Se quiser conhecer verdadeiramente um homem, dê-lhe poder“. Esta verdade pode ser comprovada na trajetória política de nossa nação e também na liderança de diversas igrejas.
Alguns que já alcançaram o poder não aceitam em hipótese alguma perder os privilégios. E para se manterem no poder submetem-se a qualquer negociata. Deixam-se corromper, mentem, manipulam e enganam o povo e os crédulos com falsos discursos.
Tomados pela soberba e arrogância colocam-se acima da lei e das Escrituras. Não cumprem a legislação, normas e regulamentos. Desrespeitam os estatutos, os regimentos internos e afrontam a sã doutrina bíblica.
Usam a máquina do governo ou a força da igreja a bel prazer para obter e manter vantagens de ordem pessoal. Quase sempre estão rodeados de bajuladores, defensores de plantão e pseudoprofetas que também são beneficiados pelo sistema e não querem perder seu quinhão.
tentação do poder pelo poder deve ser enfrentada e combatida. O cristão não deve ceder aos seus apelos e caprichos. E ainda, devemos cercear e impedir o êxito da tentação na vida do próximo. Basta não ser conivente diante da disputa desonesta por posições ou a corrupta manutenção de cargos das pessoas a nossa volta. Sejam eles políticos ou lideres religiosos.
 Pense nisto!
fonte: Pr. Douglas Baptista do blog CPADNEWS